segunda-feira, 5 de março de 2012

Por que tudo é pra ELE.


Um jovem tinha pregado na presença de um respeitável teólogo, e ao final foi até o velho ministro e disse: “o que achou do meu sermão?”. 
“um sermão muito pobre de fato”, disse ele. 
“Um sermão pobre?”, disse o jovem, “ele me custou um longo tempo de estudo”. 
“Sim, disso eu não duvido” 
“Por que você não acha que minha explanação do texto é muito boa?”. 
“Oh, sim,” disse o velho pregador, “é muito boa de fato” 
“Diga-me porque você considera um sermão pobre?” 
“Porque,” disse ele, “não há Cristo nele”. 
“Bem”, disse o jovem, “Cristo não estava no texto; nós não devemos pregar Cristo sempre, nós devemos pregar o que está no texto”. 
Então o idoso disse: “Você não sabe, rapaz, que de cada cidade, cada vilarejo na Inglaterra, onde quer que esteja, há uma estrada para Londres? ... Da mesma forma em cada texto da Escritura, há uma estrada... para Cristo. E... eu nunca encontrei um texto que não possuisse uma estrada para Cristo, e ainda que eu ache um que não tenha uma estrada para Cristo, eu faria uma; eu passaria pro cima de cercas e valas, mas eu chegaria a meu Mestre, pois um sermão não pode fazer nada de bom a menos que tenha o perfume de Cristo nele.”

Essa historinha foi retirada desse artigo, eu encotrei a historia no blog Voltemos ao Evangelho.

Não importa o que façamos, ou o que lemos, devemos ter em mente que Cristo é o alvo, é o lugar onde devemos chegar. Fica ai um ensinamento, quando ler a bíblia, procure por Cristo nos textos, uma frase fantástica que li no artigo citado acima eu deixo para vocês: "No Antigo Testamento o Novo é latente; no Antigo o velho é patente."

Eu amo vocês,
Lennon Santos.

2 comentários:

  1. Lennon, saúde e paz. Se não me engano o teólogo da história era o próprio Spurgeon. Eis uma verdade necessária e urgente: a centralidade de Cristo, não apenas na pregação, mas na prática do cristianismo. Parabéns pelo texto. Precisamos disso.

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  2. Pastor, paz e bem.
    É realmente do Spurgeon, o artigo que deixei no texto cita muito o Spurgeon.
    Eu gostei e continuo lendo.

    Beijos!

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