quinta-feira, 21 de julho de 2011

Para que servimos?

  
Imagem retirada do site favim.com


No fim de semana passado tive uma sensação estranha. Uma certa “inhaca” com aquela...sabe aquela rotina domingueira que levamos?

Pois é, então, há anos eu vivia nessa rotina, só que não era mais só domingueira era sexta, sábado e domingo e alguns outros dias da semana, eu não sabia nem mais o porquê de tanto trabalho na igreja, às vezes eu parava e me perguntava por que estou fazendo isso? Porque fico mais na igreja ou me envolvo mais com a obra de Deus do que com qualquer outra coisa? Será que isso está certo? Será que eu exagero? Lembrando que eu estudava, trabalhava e namorava.

Hoje eu fico menos tempo na igreja, mas me dedico tanto quanto. Por quê? Porque Deus quis que fosse assim.  Bem que gostaria de ficar lá o tempo todo, isso se a presença de Deus estivesse comigo por lá.  Às vezes o culto é tão bom que nem quero que ele acabe... Rs

Eu sempre fui feliz assim, mas às vezes eu parava e pensava quantas vidas estou evangelizando? Quantos dos meus irmãos estão recebendo algo bom da minha parte? Ou DEUS, o senhor está recebendo meu sacrifício de louvor?
Foi quando Deus falou sobre isso comigo, Ele me fez pensar em como estava meu coração quando trabalhava na casa do Senhor. Ele me disse que tudo quanto eu fizesse deveria clamar salvação, precisava chamar os povos, teria que ser um clamor ao Senhor por vidas restauradas. 


Dessa maneira que criamos um evento chamado Clamai Salvação com Danças, na época eu liderava o ministério de dança na igreja. A visão era muito forte e meus pastores estenderam, Clamai Salvação com Missões, com intercessão e com Louvor. Glória a Deus pela vida deles e pelo ministério do qual eu não faço mais parte, mas os amo e intercedo por eles.


Daí então eu percebi que o que se fazia dentro do templo deveria ultrapassar as paredes, e o teto. Sim, Deus me deu a seguinte palavra:

“Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça.”  Romanos 6:13

Somos como um instrumento na mão do operário. Sabe? O martelo na mão do marceneiro, o bisturi na mão do cirurgião, a enxada na mão do agricultor.

Foi isso que Deus me revelou, clame enquanto dança, clame enquanto canta, quando faz soar o acorde no seu violão, clame enquanto varre, enquanto respira, clame para que haja salvação, pela sua nação, pela sua família.


Como a palavra diz, somos embaixadores de Cristo e temos o ministério da reconciliação na terra.
(2 Coríntios 5) É nosso papel pregar a reconciliação com Cristo.

Então minha oração passou a ser assim: Deus, eu nada sou nessa terra, meus dons e talentos na verdade me foram dados por ti. Se quiser mesmo que eu os use, então me usa o Senhor como um instrumento de justiça, em suas mãos. Usa-me como tu queres, para que vidas sejam resgatadas. Tem misericórdia de mim Deus, e me usa pois a minha vida não tem sentido sem que o Senhor faça dos meus dias um louvor a ti.

É assim que eu oro, é assim que Deus falou comigo. Espero que fale com você também!



Fiquem na paz e vejam o vídeo abaixo que separei com amor para vocês.

Silmara Santana/ @silmarasan


Para comentar é fácil é só ter uma conta Google ou fale com a gente pelo psicocristão1@gmail.com ou @psicocristao ou ainda no Facebook curtindo ao lado.


2 comentários:

  1. Bom dia Silmara!

    Gloria a Deus pela sua vida. Deus te usou muito nesta palavra.
    Que Ele continue abençoando sua vida cada vez mais.
    Bjs

    ResponderExcluir
  2. Amém Alessandra que essa palavra seja viva em nossas vidas. beijos e obrigada

    ResponderExcluir